domingo, 23 de janeiro de 2011

Quando lemos sobre a criacao dos seres vivos e a formacao da natureza, nem de longe conseguimos imaginar o maravilhoso emaranhado de cadeias e sistemas existentes e que compoe o que chamamos de Ecologia. Nada, absolutamente nada, na natureza, vive por si so'. Tudo existe em um equilibrio perfeito que faz seja impossivel imaginar que nao haja um toque sobrenatural em tudo o que existe. Os seres vivos existem em perfeito equilibrio, mantidos pela cadeia alimentar que faz com que os diversos ecossistemas se reproduzam e com isso deem continuidade 'a vida.
Qualquer um dos minusculos, as vezes microscopicos, seres, que esteja ameaçado de extinção, significa uma ameaça a todo o sistema pois que interrompe em algum ponto a sequencia alimentar, desequilibrando com isso todo o sistema ecologico e criando serios, e as vezes irreverssiveis, danos ao ser humano e ao planeta. 
O homem tem sido a causa mestra em causar disturbios em todos os segmentos da natureza em nome do progresso. O avanco da tecnologia e da ciencia tem provocado danos inominaveis. Especies completas de animais e vegetais tem desaparecido e como escreveu Vinzens Ziswiller, cientista alemao: "A causa... o homem pode ve-la sempre que olhar no espelho..."







OBJETIVO:
            O objetivo do nosso trabalho é relacionar problemas ambientais que ocasionam extinções de espécies animais e vegetais e mostrar quais impactos causados no ambiente, direta ou indiretamente.

DESENVOLVIMENTO:
Para entendermos as conseqüências da extinção de uma espécie ou uma população inteira, precisamos revisar alguns conceitos:

1-    Cadeia alimentar:
A cadeia alimentar é uma seqüência de transferências de matéria e energia de um organismo para outro sob a forma de alimento, os diferentes elementos vivos que compõem um ecossistema cumprem papéis específicos podendo atuar como produtores, consumidores e decompositores.
            Os produtores são seres autótrofos, sendo obrigatoriamente a base de qualquer cadeia alimentar, pois adquirem a energia através da fotossíntese. Os consumidores são os organismos que necessitam de se alimentar de outros organismos para obter a energia, uma vez que são incapazes de produzir seu próprio alimento.  E os decompositores são organismos que atuam na transformação da matéria orgânica em matéria inorgânica. O equilíbrio do ecossistema depende da realização de cada uma dessas etapas e a interferência em um determinado nível trófico pode ocasionar um desequilíbrio ecológico colocando toda a cadeia em risco.

2-    Teia Alimentar:
É o conjunto de cadeias alimentares que interagem num ecossistema, ou seja, é o fluxo de matéria e energia que passa dos produtores aos consumidores por numerosos caminhos opcionais que se cruzam. Os seres não participam necessariamente apenas de uma cadeia, esses animais pertencem a cadeias alimentares diversas, e se posicionam em diferentes níveis tróficos.

3-    O que pode estar causando a Extinção

Muitas espécies vegetais e animais já desapareceram da Terra e outras estão ameaçadas. As causas da extinção das espécies são as mais diversas: mudanças no ambiente, falta de alimento, dificuldades de reprodução e, sobretudo, a ação destruidora do homem. Além de lançar na água, no ar e no solo os mais diversos tipos de substâncias tóxicas e contaminadas, o homem também agride o ambiente capturando e matando animais silvestres e aquáticos e destruindo matas e florestas.

Alterações climáticas: A alteração do clima constitui um dos maiores problemas ambientais que a humanidade terá de enfrentar no novo milênio. A flora e a fauna estão sendo ameaçadas com as mudanças de temperatura que, estão influenciando no ciclo de vida e ecologia de cada espécie.

Desmatamento: O planeta encontra-se em constante mudança, obrigando à alteração de habitats, mas estas mudanças naturais tendem a acontecer de forma gradual, causando normalmente apenas pequenos impactos em determinadas espécies. As mudanças velozes não permitem a adaptação das espécies a novas circunstâncias, o que resulta em conseqüências desastrosas. As razões primárias para as alterações velozes em habitats naturais prendem-se com a atividade humana.

Espécies exóticas: As espécies exóticas chegam a determinado local pela mão de humanos, o que pode acontecer tanto intencional como acidentalmente. Embora o seu papel possa, muitas vezes, ser de pouca importância para as alterações significativas nos habitats, existem situações em que a sua introdução é a causa para perigosos desequilíbrios em frágeis ecossistemas. A pior destas circunstâncias ocorre quando determinada espécie exótica assume o papel de predador. Esta situação pode resultar nas mudanças no habitat natural e causar uma maior competitividade entre espécies para a obtenção de alimento;

Caça: A sobre-exploração de determinadas espécies tem se tornado uma das principais ameaças à sobrevivência de inúmeros animais e plantas. O comércio de partes de animais é um dos negócios clandestinos mais lucrativos do mundo, incentivado por superstições tradicionais ou noções de estatuto social implementadas em determinados países.

Doenças: Se num habitat natural é introduzida determinada doença pela mão humana, é bem possível que os seres que ali habitam não estejam preparados para combatê-la e morram indiscriminadamente. Um exemplo é a raiva e o fungo Batrachochytrium dendrobatidis (causador da quitridiomicose em anuros).

 Poluição: A poluição é indiscutivelmente conseqüência da atividade humana. Espécies animais e vegetais vão perecendo à medida que os seus habitats naturais sucumbem à sujidade e toxicidade produzidas pelos humanos. Mas é bem possível que também a espécie humana venha a sofrer com esta aparente necessidade de poluir; os recursos hídricos estão cada vez mais poluídos, a atmosfera vai perdendo defesas contra os raios ultravioleta do sol e as árvores, que produzem o nosso oxigênio vão morrendo em nossas mãos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário